Escola
Secundária/3 da Sé-Lamego
Proposta de
Resolução da Prova Escrita de Matemática
31/03/2003 Turma
A - Provas 1 e 2 10.º
Ano
1.ª Parte
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Questão
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1
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2
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3
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4
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5
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Prova 1
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C
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A
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D
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C
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B
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Questão
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4
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3
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2
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1
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5
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Prova 2
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D
|
B
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A
|
B
|
C
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2.ª Parte
1.
a)
Ora, 
.
Portanto, A é um ponto do plano mediador do segmento [BC], pois é equidistante
dos extremos do segmento.
Ou ainda:
Como o plano mediador de um
segmento de recta é perpendicular ao segmento no seu ponto médio, então 
é uma equação desse plano. Ora, A (4, 5, 5) é
um ponto desse plano, pois as suas coordenadas verificam a condição que define
o plano.
b)
A recta BH é uma recta do plano
seccionador e do plano que contém a base da pirâmide. Logo, a secção obtida na
base da pirâmide é o segmento de recta [BF]. Como A é ponto comum ao plano
seccionador e à face [ADE], então a secção obtida nesta face é o segmento de
recta [AF]. Por outro lado, [AB] é comum ao plano seccionador e às faces [ABC]
e [ABE]. Assim, a secção obtida é o triângulo [ABF].
c)
Ora, 
e H é um ponto dessa recta.
Logo, 
é uma equação vectorial da recta HB.
d)
Ora, 
e 
.
Assim, 
.
Logo, 
.
e)
Ora, 
,
pelo que o raio da superfície esférica é 
.
O seu centro é ponto médio do segmento de recta [AB]: 
.
Logo, 
define a superfície esférica considerada.
f)
Ora, como 
e 
,
então AG é perpendicular ao plano xOy, que contém a base da pirâmide, sendo,
portanto, 
.
O raio da base do cone é a semi-diagonal da base da pirâmide, portanto 
.
Logo, 
unidades de volume.
2.
Como as velocidades são
constantes, os gráficos que relacionam o tempo e a distância percorrida pelo
Filipe (F) e pela mãe (M) vão ser “rectas” com declive igual à velocidade.
No instante 0, o Filipe sai de casa. Isto corresponde ao ponto O, origem do
referencial.
À velocidade que vai, numa hora faz 20 Km. Marcamos o ponto A (1, 20).
A mãe partiu meia hora depois, ou seja, quando 
a distância percorrida era ainda zero.
Marcamos o ponto B (0,5; 0).
Como meia hora depois ela teria percorrido 30 km, obtemos o ponto C (1, 30).
A solução do problema está em P, o ponto de intersecção dos dois gráficos.
O percurso do Filipe é dado
pela equação 
.
O percurso da mãe é dado por uma equação do tipo 
.
Substituindo na equação as variáveis t e d pelas coordenadas do ponto C (1,
30), obtém-se: 
.
Portanto, será 
.
Definidas as funções 
e 
,
podemos obter os gráficos numa janela adequada:


Utilizando o comando G-Solv +
ISCT, a calculadora fornece para coordenadas do ponto P: (0,75; 15), que podem
ser confirmadas na tabela de valores dessas mesmas funções.
Resolvendo o sistema de
equações, podemos confirmar esses valores:

( 
)
Portanto, a mãe teve de
percorrer 15 km até encontrar o Filipe, demorando 15 minutos (45-30) nessa
perseguição.
3.
a)

;

;
zeros de f: 
e 
.
b)
Mínimo absoluto: 
;
mínimo relativo: 
;
máximo relativo: 
;
máximo absoluto: não existe.
c)
d)
Ver gráficos na
figura ao lado.
e)
A afirmação é falsa. Ainda que a
função não seja contínua no ponto 
(não é possível desenhar o gráfico em torno
desse ponto sem levantar o lápis
há uma quebra em 
), ela não é uma função injectiva, visto
haver objectos diferentes com igual imagem (por exemplo, 
e 
têm ambos a mesma imagem 
).
f)
Sejam A (-4,
2), B (-2, 0), C (2, 1) e D (6, -1).
O declive da recta AB é 
e a ordenada na origem é 
.
Logo, 
é a equação reduzida da recta AB.
O declive da
recta CD é 
.
Portanto, a equação reduzida da recta CD é do tipo 
.
Como C é um ponto dessa recta, então as suas coordenadas terão de verificar
essa equação: 
.
Logo, 
é a equação da recta CD.
Logo, f pode
ser definida analiticamente por:

4.
a)
Ora, 
e 
,
isto é, 
.
Portanto, é falsa a proposição 
.
Logo, j não é uma função par.
b)
Ora, 
.
Logo, o ponto de coordenadas (4, 2) não é um ponto do gráfico de j.
c)
Ora, 
.
Logo, a função é negativa em 
.
d)
Ora, 
FIM